Preço do m² na Rua Carlos Villalva
Quanto custa um imóvel na Rua Carlos Villalva? Um imóvel típico na Rua Carlos Villalva foi vendido por R$ 580.000 (mediana de 11 vendas residenciais registradas no ITBI desde 2024; área típica de 131 m² do IPTU). Metade das vendas ficou entre R$ 558.000 e R$ 650.000. O m² mediano: R$ 4.504. Para um número específico, abra itbisp.com/busca?q=Rua Carlos Villalva+número.
Com base em vendas reais, o m² na Rua Carlos Villalva (Jabaquara, São Paulo) vale R$ 4.504 por m² de área construída: é a mediana das 11 vendas residenciais registradas no ITBI de janeiro de 2024 a 30/09/2026. Desde 2019 são 16 vendas registradas. São os preços declarados na compra, não preços de anúncio. Isso é +8,1% em relação à mediana do distrito Jabaquara (R$ 4.167/m² nos últimos 12 meses).
Por que este m² é menor que o dos anúncios? Aqui o preço é o declarado na compra, não o pedido, e a área é a construída do cadastro do IPTU, que em apartamento inclui a fração das áreas comuns. Sites de anúncios dividem o preço pedido pela área privativa, que é menor. Os dois números medem coisas diferentes.
Ver os prédios da rua no mapa →Um avaliador estima o valor de mercado com as vendas registradas no ITBI e envia por e-mail em até 3 dias úteis.
Prédios com mais vendas
| Endereço | Vendas desde 2019 | m² mediano | Última venda |
|---|---|---|---|
| Rua Carlos Villalva, 156 | 9 | R$ 4.275 | 05/2026 |
Últimas vendas na Rua Carlos Villalva
| Mês | Endereço | Área | Valor declarado | R$/m² |
|---|---|---|---|---|
| 05/2026 | Rua Carlos Villalva, 156 | 131 m² | R$ 573.400 | R$ 4.377 |
| 03/2026 | Rua Carlos Villalva, 179 | 125 m² | R$ 640.000 | R$ 5.120 |
| 02/2026 | Rua Carlos Villalva, 156 | 133 m² | R$ 520.000 | R$ 3.910 |
| 12/2025 | Rua Carlos Villalva, 156 | 131 m² | R$ 580.000 | R$ 4.427 |
| 09/2025 | Rua Carlos Villalva, 125 | 165 m² | R$ 920.000 | R$ 5.576 |
| 08/2025 | Rua Carlos Villalva, 156 | 131 m² | R$ 530.000 | R$ 4.046 |
| 06/2025 | Rua Carlos Villalva, 171 | 124 m² | R$ 570.000 | R$ 4.597 |
| 12/2024 | Rua Carlos Villalva, 156 | 131 m² | R$ 660.000 | R$ 5.038 |
| 10/2024 | Rua Carlos Villalva, 156 | 131 m² | R$ 545.000 | R$ 4.160 |
| 06/2024 | Rua Carlos Villalva, 165 | 134 m² | R$ 800.000 | R$ 5.970 |
| 05/2024 | Rua Carlos Villalva, 156 | 131 m² | R$ 590.000 | R$ 4.504 |
| 06/2023 | Rua Carlos Villalva, 156 | 131 m² | R$ 560.000 | R$ 4.275 |
| 10/2021 | Rua Carlos Villalva, 183 | 111 m² | R$ 840.000 | R$ 7.568 |
| 10/2021 | Rua Carlos Villalva, 156 | 131 m² | R$ 375.000 | R$ 2.863 |
| 12/2020 | Rua Carlos Villalva, 151 | 100 m² | R$ 400.000 | R$ 4.000 |
| 11/2019 | Rua Carlos Villalva, 173 | 103 m² | R$ 500.000 | R$ 4.854 |
Histórico do m² na Rua Carlos Villalva
Desde 2006, foram 43 vendas residenciais na Rua Carlos Villalva. Corrigido pela inflação (IPCA), o m² mediano passou de R$ 3.208 em 2006 para R$ 4.409 em 2026; o pico foi em 2014, com R$ 8.687.
| Ano | Vendas | m² mediano (valor da época) | m² corrigido (IPCA) |
|---|---|---|---|
| 2006 | 2 | R$ 1.077 | R$ 3.208 |
| 2007 | 4 | R$ 1.055 | R$ 3.044 |
| 2008 | 3 | R$ 1.316 | R$ 3.603 |
| 2009 | 2 | R$ 1.745 | R$ 4.549 |
| 2010 | 4 | R$ 1.653 | R$ 4.111 |
| 2011 | 1 | R$ 2.256 | R$ 5.125 |
| 2012 | 2 | R$ 2.845 | R$ 6.202 |
| 2013 | 2 | R$ 4.067 | R$ 8.283 |
| 2014 | 2 | R$ 4.484 | R$ 8.687 |
| 2015 | 1 | R$ 3.910 | R$ 7.232 |
| 2016 | 1 | R$ 4.580 | R$ 7.474 |
| 2017 | 2 | R$ 4.500 | R$ 7.096 |
| 2018 | 1 | R$ 3.534 | R$ 5.353 |
| 2019 | 1 | R$ 4.854 | R$ 7.103 |
| 2020 | 1 | R$ 4.000 | R$ 5.536 |
| 2021 | 2 | R$ 5.215 | R$ 6.668 |
| 2023 | 1 | R$ 4.275 | R$ 4.940 |
| 2024 | 4 | R$ 4.771 | R$ 5.232 |
| 2025 | 4 | R$ 4.512 | R$ 4.720 |
| 2026* | 3 | R$ 4.377 | R$ 4.409 |
* 2026 até 30/09/2026. Mediana sobre vendas individuais de mercado, apartamentos e casas.
Todos os prédios da Rua Carlos Villalva com vendas registradas
Idade dos prédios: dos 8 prédios com vendas na Rua Carlos Villalva, o mais antigo é o nº 165, de 1972, e o mais novo é o nº 156, de 1997. Ano de construção: cadastro do IPTU 2026 da Prefeitura.
Estações perto da Rua Carlos Villalva: Conceição (metrô), a 350 m do nº 156. Distância em linha reta até o prédio mais próximo de cada estação. Estações: GeoSampa.
Zoneamento da rua: os 8 prédios com vendas na Rua Carlos Villalva ficam em ZEU (eixo de transporte). No eixo de transporte, a lei incentiva prédios mais altos e mais apartamentos; é onde mais se lança. Zona de cada prédio: Lei 18.081/2024 (revisão do zoneamento), mapa do GeoSampa.
Quanto vale o m² em outras ruas de Jabaquara
Perguntas frequentes
Quanto custa um imóvel na Rua Carlos Villalva?
Um imóvel típico na Rua Carlos Villalva foi vendido por R$ 580.000: é a mediana das 11 vendas residenciais registradas no ITBI da Prefeitura de São Paulo desde 2024, com área típica de 131 m² (área construída do IPTU). Metade das vendas ficou entre R$ 558.000 e R$ 650.000. O m² mediano foi R$ 4.504. São preços de venda reais, não de anúncio.
Quanto vale o m² na Rua Carlos Villalva com base em vendas reais?
Com base em vendas reais, o m² na Rua Carlos Villalva (Jabaquara, São Paulo) vale R$ 4.504 por m² de área construída: é a mediana das 11 vendas residenciais registradas no ITBI de janeiro de 2024 a 30/09/2026. Desde 2019 são 16 vendas registradas. São os preços declarados na compra, não preços de anúncio. A área é a construída do IPTU, que inclui a fração das áreas comuns; por isso o número fica abaixo do m² sobre área privativa usado em anúncios. O valor mediano de um imóvel vendido foi R$ 580.000. Isso é +8,1% em relação à mediana do distrito Jabaquara (R$ 4.167/m² nos últimos 12 meses).
Quanto custa um imóvel na Rua Carlos Villalva?
O valor mediano declarado foi de R$ 580.000, para uma área construída mediana de 131 m².
De onde vêm esses números?
Do ITBI, o imposto pago na compra de um imóvel em São Paulo. Usamos só vendas de mercado, excluímos valores fora do padrão e calculamos a mediana sobre as vendas individuais.
Qual o zoneamento da Rua Carlos Villalva?
Pelo mapa de zoneamento da Prefeitura (Lei 18.081/2024), os 8 prédios com vendas na Rua Carlos Villalva ficam em ZEU (eixo de transporte). No eixo de transporte, a lei incentiva prédios mais altos e mais apartamentos; é onde mais se lança.