Preço do m² na Rua Engenheiro Alexandre Martins da Rosa, Porto Alegre, em 2025
O m² privativo de apartamento usado na Rua Engenheiro Alexandre Martins da Rosa (Humaitá) valeu R$ 2.807 em 2025, mediana de 10 compras. −22,5% em relação a Humaitá (R$ 3.623).
Prédios da Rua Engenheiro Alexandre Martins da Rosa com mais compras
| Endereço | compras | m² usados | ano de construção |
|---|---|---|---|
| Rua Engenheiro Alexandre Martins da Rosa, 40 | 4 | R$ 2.608 | 1980 |
| Rua Engenheiro Alexandre Martins da Rosa, 200 | 3 | R$ 2.859 | 1982 |
m² por ano (usados)
De 2020 a 2026, corrigido pela inflação (IPCA), o m² privativo mediano dos usados passou de R$ 4.072 para R$ 2.874 (−29,4%); o pico foi em 2020, com R$ 4.072.
| Ano | Compras | m² privativo mediano (valor da época) | corrigido (IPCA, 09/2026) |
|---|---|---|---|
| 2020 | 11 | R$ 2.856 | R$ 4.072 |
| 2021 | 12 | R$ 2.928 | R$ 3.910 |
| 2022 | 9 | R$ 2.872 | R$ 3.423 |
| 2023 | 11 | R$ 2.863 | R$ 3.296 |
| 2024 | 10 | R$ 2.707 | R$ 2.993 |
| 2025 | 10 | R$ 2.807 | R$ 2.941 |
| 2026* | 3 | R$ 2.859 | R$ 2.874 |
* 2026 até 13/10/2026. Mediana sobre as compras de apartamentos usados de cada ano.
Perguntas frequentes
Quanto vale o m² na Rua Engenheiro Alexandre Martins da Rosa, em Porto Alegre?
Em 2025, o m² privativo mediano dos apartamentos usados na Rua Engenheiro Alexandre Martins da Rosa foi de R$ 2.807, em 10 compras com ITBI pago (base de cálculo da Prefeitura). −22,5% em relação a Humaitá (R$ 3.623).
Quanto custa um apartamento na Rua Engenheiro Alexandre Martins da Rosa?
O apartamento usado mediano na Rua Engenheiro Alexandre Martins da Rosa saiu por R$ 162.500 em 2025, com 55 m² privativos.
Valores: base de cálculo do ITBI, a avaliação que a Prefeitura de Porto Alegre lança na guia, que pode diferir do preço combinado entre comprador e vendedor. m² sobre a área privativa. Apartamentos (inclusive cobertura) com guia paga e 100% do imóvel transmitido. "Lançamentos" são prédios construídos nos últimos 3 anos, em geral vendidos pela construtora; aparecem separados porque puxam o m² para cima. Fonte: dadosabertos.poa.br.